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Luciana Cotrim

Psicanalista

Nem tudo em nós
segue um plano.

Há coisas que voltam, contradizem o que sabemos ou ainda não encontraram palavras. A Psicanálise começa por escutá-las.

Retrato de Luciana Cotrim, psicanalista.

Psicanálise

Saber nem sempre é suficiente.

Há coisas que compreendemos racionalmente e, mesmo assim, continuamos fazendo. Relações que parecem diferentes e terminam em lugares conhecidos. Decisões que adiamos. Situações às quais voltamos. Sentimentos que surgem antes mesmo de conseguirmos explicar por quê.

A Psicanálise não oferece um manual para eliminar essas contradições. Ela começa por levá-las a sério.

Sobre Luciana

Uma história antes da clínica.

Antes de se dedicar à Psicanálise, Luciana construiu uma longa trajetória em comunicação, administração, gestão e operações. Conviveu durante décadas com organizações, equipes, decisões, mudanças e aquilo que precisa funcionar.

Hoje, sua prática se ocupa de uma pergunta de outra ordem: o que fazemos com aquilo em nós que não obedece ao que planejamos?

Conhecer Luciana

Planejar.Organizar.Decidir.

Durante muitos anos, essas palavras fizeram parte de seu trabalho.

Agora existe outra palavra no centro.

Escutar.

Não porque uma história substituiu a outra. Porque uma vida pode comportar mais de uma.

O que acontece quando alguém começa uma análise?

Fala. Mas não apenas para relatar acontecimentos.

Na fala e na escuta, começa a aparecer algo da maneira singular como cada pessoa organiza sua história, seus conflitos, suas relações e suas repetições.

Não há roteiro nem resposta pronta. A análise se faz no tempo da escuta e da elaboração, quando aquilo que se repete, insiste ou escapa pode começar a ser reconhecido e interrogado.

Sobre a Psicanálise

Talvez a primeira conversa comece com uma pergunta.

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