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Luciana Cotrim

Psicanálise

Você não precisa estar no limite para procurar ajuda.

Às vezes o motivo é claro. Uma perda. Uma separação. Uma relação difícil. Problemas no trabalho. Ansiedade. Medo. Culpa. Uma mudança importante.

Outras vezes é mais difícil explicar. A vida continua, você faz o que precisa fazer, mas alguma coisa pesa. Ou incomoda. Ou simplesmente não parece bem.

Você não precisa chegar sabendo exatamente o que está acontecendo. Pode começar falando sobre isso.

Quando uma análise pode fazer sentido?

  • Quando alguma coisa está causando sofrimento.
  • Quando uma situação continua voltando.
  • Quando certas relações parecem sempre terminar de um jeito parecido.
  • Quando tomar uma decisão ficou difícil demais.
  • Quando existe uma cobrança interna que não dá descanso.
  • Quando uma mudança trouxe medo, dúvida ou desorientação.
  • Quando o trabalho passou a ocupar espaço demais.
  • Quando existe uma angústia difícil de explicar.
  • Ou simplesmente quando você sente vontade de compreender melhor o que está vivendo.

Não é uma lista de diagnósticos. São apenas algumas das muitas maneiras pelas quais uma pessoa pode chegar à análise.

O que acontece numa sessão?

Primeiro, você fala.

Não existe assunto obrigatório e você não precisa preparar o que vai dizer. Pode falar do presente, do passado, de uma relação, do trabalho, da família, de um sonho, de alguma coisa aparentemente pequena ou de algo que nunca conseguiu dizer.

Meu trabalho é escutar. Não para julgar. Não para decidir por você. Não para oferecer uma receita.

Escuto para acompanhar aquilo que vai aparecendo na sua fala e ajudar a criar espaço para que você possa compreender melhor o que está vivendo.

Perguntas frequentes

Não. Algumas pessoas chegam em momentos muito difíceis. Outras procuram análise porque alguma coisa as incomoda há algum tempo. Também é possível procurar análise simplesmente porque existe uma vontade de se compreender melhor.

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